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O Mundo da Dança esta de cara nova e agora também possui um domínio próprio. É isso aí !!! É com extrema alegria que apresento a vocês caros leitores do Mundo da Dança o novo Template Responsivo do Mundo da Dança. E para facilitar ainda mais agora temos um novo endereço: www.mundodadanca.art.br

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Dessa forma melhora a indexação do Blog e também ajuda no mecanismo de busca da internet. Espero realmente que todos os leitores se satisfaçam com as novas mudanças. Pois o intuito do Mundo da Dança é trazer para quem ama a Dança uma facilidade de saber dos assuntos relacionados e tudo isso.

Como sempre nosso lema - Tudo Sobre Todas as Danças - esta cada vez mais em alta. Estejam sempre por aqui e fiquem por dentro de todos os assuntos, pesquisas, notícias e matérias desse universo encantador que abrange todos os povos de todos os tempos.

Grande abraço do Blogueiro Roger Dance e não deixem de comentar e divulgar essa novidade.



Danças populares é um dos gêneros contemplados pelo evento | Foto: Germano Rorato - Agência RBS

Nova edição da vitrine de bailarinos e coreógrafos será de 22 de julho a 1º de agosto de 2015.

A partir desta segunda-feira, grupos e escolas de dança que têm interesse em se inscrever no processo seletivo para participar do 33º Festival de Dança de Joinville, que será realizado de 22 de julho a 1º de agosto de 2015, já podem fazer sua inscrição pelo site do evento. As inscrições seguem até 10 de março de 2015 e o resultado dos grupos aprovadas será divulgado na segunda quinzena de maio.

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O regulamento do evento, com as orientações para participação na Mostra Competitiva, Meia Ponta e nos Palcos Abertos está no site. As principais mudanças estão na parte técnica das apresentações – envolvendo questões como cenografia, iluminação e sonorização –, e no cadastramento de participantes, nas funções de elenco de apoio e equipe técnica.

Outra modificação está no valor dos prêmios especiais da Mostra Competitiva, que ganharam um incremento de cerca de 35%, totalizando R$ 58 mil. No material também estão disponíveis as informações para participação dos grupos que conquistaram primeiro lugar no evento deste ano e que tem vaga garantida no Festival de 2015.

Etapas do processo de inscrição

O processo de inscrições para a seleção do 33º Festival de Dança de Joinville está dividido em cinco etapas: cadastramento dos participantes, cadastramento do grupo ou escola, inscrição da coreografia, geração e pagamento do boleto bancário (até 10 de março) e envio das coreografias (até 12 de março para envio pelos Correios/Sedex ou até 19 de março para postagem via sistema, por upload).

A seleção das coreografias inscritas continua sendo feita em duas fases, sendo que na primeira os trabalhos são avaliados por jurados específicos de cada gênero. E num segundo momento, as coreografias aprovadas na primeira fase são então analisadas pelos integrantes da Curadoria Artística do Festival: Marcelo Misailidis, Mônica Mion e Taís Vieira.

Germano Rorato/Agencia RBS




Olá a todos ! É com grande satisfação que chegamos ao último capítulo dessa fantástica Série - Volta ao Brasil em 27 Danças. Depois de mais de 03 anos deste a primeira matéria desta Série. Seguindo na ordem alfabética dos estados brasileiros chegamos ao final dessa jornada. E como de costume vou falar um pouco sobre esse que é um dos mais novos estados da federação e na sequência as danças folclóricas relacionadas a cultura local do mesmo. Acompanhem logo abaixo.

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Tocantins

Fonte: Wikipédia - A enciclopédia livre
O Tocantins é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo o seu mais novo estado. Está localizado a sudeste da Região Norte e tem como limites Goiás a sul, Mato Grosso a oeste e sudoeste, Pará a oeste e noroeste, Maranhão a norte, nordeste e leste, Piauí a leste e Bahia a leste e sudeste. Ocupa uma área de 277 720,520 km², pouco maior que o Equador, Burkina Faso e Nova Zelândia. Sua capital é a cidade planejada de Palmas. Na bandeira nacional e no selo nacional do Brasil, o Tocantins é representado pela estrela Adhara (ε Canis Majoris).

As maiores cidades do estado são respectivamente: Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins. Juntas, estas cinco cidades abrigavam, em 2009, cerca de 42,22 por cento da população total do estado.7 O relevo apresenta chapadas ao centro, ao sul e ao leste, a Serra Geral a sudeste, a Serra das Traíras (ou das Palmas) ao sul, e a planície do Araguaia, com a Ilha do Bananal, nas regiões norte, oeste e sudoeste. São importantes o Rio Tocantins (incluindo o Rio Maranhão), o Rio Araguaia, o Rio Javaés, o Rio do Sono, o Rio das Balsas, o Rio Manuel Alves e o rio Paranã. O clima é tropical.

As Danças Folclóricas

As danças são riquezas folclóricas do Estado, como as congadas de Santa Rosa, sússia e catira de Natividade, a jiquitaia de Almas e o kupré dos índios Xerente.


Sússia e Jiquitaia 

Também conhecida como súcia ou suça, a sússia é dançada no folclore de cidades como Paranã, Santa Rosa do Tocantins, Monte do Carmo, Natividade, Conceição do Tocantins, Peixe, Tocantinópolis. A dança, provavelmente de origem escravagista, é caracterizada por músicas agitadas ao som de tambores e **ícas. Uma espécie de bailado em que homens e mulheres dançam em círculos.
A sússia na Folia do Divino em Monte do Carmo é dançada ao som da viola, do pandeiro e da caixa. Também é dançada ao som do tambor em outras manifestações populares, como em Natividade.
A Jiquitaia é um passo da dança da Sússia. Dança-se a jiquitaia na Sússia.


Catira 

A Catira é dançada em círculo formando pares que dançam ao som das mãos e dos pés, num sapateado compassado. É comum entre os grupos que fazem parte dos giros das folias de reis e do Divino Espírito Santo. Os Catireiros são músicos repentistas que cantam seus poemas ao som do pandeiro, da caixa e da viola.

Congada 

Na congada existem dois grupos que entram em luta. E a luta do Bem e do Mal. O Bem é representado pelos cristãos. O Mal é o grupo de mouros. O Bem usa roupa azul. O Mal vermelho. Há lutas, embaixadas, cantos, e sempre os cristãos vencem os mouros, que são batizados.
E todos juntos fazem a festa em louvor a São Benedito, padroeiro dos negros, em todo o Brasil. As violas, o canzá (reco-reco), caixas, tambores, acompanham os cantadores.

Kupré 

Apesar do contato com a sociedade não-índia há mais de 200 anos, os Xerente realizam o ritual Kupré, uma reverência àqueles que em vida foram considerados heróis por defenderem a sua etnia; com suas atitudes guerreiras simbolizam a resistência e a luta de seu povo.



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Companhia Híbrida apresenta espetáculo de hip hop

Nos dias 14 a 16 de novembro, a Arena Carioca Dicró, na Penha, receberá o espetáculo de dança "Olho Nu". A apresentação da Companhia Híbrida é a última parte de uma trilogia dedicada às relações entre hip-hop e fragilidade criada por Renato Cruz. O espetáculo tem como intuito gerar reflexões sobre os movimentos dos corpos em cena. A entrada é gratuita.

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"Olho Nu" segue a mesma premissa dos outros da trilogia: o desejo de desnudar o dançarino de rua, ressaltando as fragilidades deste corpo potente, e ao mesmo tempo, revelar todo o potencial criativo existente por trás destas fragilidades. A Companhia Híbrida busca mais uma vezoferecer ao espectador um olhar diverso e aproximado do universo Hip Hop e de sua dança.

Companhia Híbrida


A Companhia Híbrida foi criada em 2007 no Rio de Janeiro, pelo diretor e coreógrafo Renato Cruz. Desde o início, a proposta da Companhia reside em desenvolver uma pesquisa singular misturando diferentes linguagens artísticas, tais como as danças urbanas, a dança contemporânea, a linguagem teatral e tudo mais que possa servir como base para materialização de novas ideias. Em 2010 através de recursos do Prêmio Funarte, Estéreos Tipos estreou no Rio de Janeiro, no teatro Cacilda Becker. Este espetáculo faz parte de uma trilogia que pesquisa o tema "Hip Hop e fragilidade". A segunda parte desta trilogia, "Moto Sensível", recebeu prêmio FADA 2012 e estreou no primeiro semestre de 2013.

Ficha técnica:

Direção geral e concepção: Renato Cruz
Assistente de direção e preparação corporal: Aline Teixeira
Direção de produção: Steffi Vigio
Intérpretes criadores: Jefte Francisco, Raphael Lima (Russo), Luciana Monnerat, Luciano Mendes (DulyOmega), Daniel Oliveira, Fábio de Andrade (Fábio Max), Marjory Lopes e Mailson Morais
Iluminação: Renato Machado
Design Gráfico: Isabela Schubert


Serviço:

Data: 14 a 16 de novembro (sexta a domingo)
Horário: 15h (sexta-feira), 20h (sábado), 19h (domingo)
Local: Arena Carioca Dicró
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela Rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada gratuita
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: Livre
Capacidade: 338 pessoas


Assessoria de imprensa:

RPM Comunicação
Érica Avelar - erica@rpmcom.com.br- (21) 3478-7437 / 8272-2337
Marina Avellar - marina@rpmcom.com.br- (21) 3478-7414/8272-2335
Igor Miranda - igor@rpmcom.com.br- (21) 3478-7420/ 98127-6356




Espetáculo do coreógrafo francês Fabrice Ramalingom tem sua primeira apresentação no Rio de Janeiro, no palco do Galpão Gamboa

Depois de mais de dois meses de programação intensa, o encerramento do projeto Dança Gamboa,/b> acontecerá nos dias 8 e 9 de novembro, com uma apresentação inédita na cidade: "My Pogo", do coreógrafo francês Fabrice Ramalingom. O espetáculo tem como inspiração o Pogo - dança dos punks do final dos anos 70, que consiste em pular, empurrar e puxar uns aos outros.

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Lançado no final de agosto, o Dança Gamboa, projeto do Galpão Gamboa dedicado à dança, está em sua segunda edição. A curadoria é da bailarina e coreógrafa Marcia Rubin e do diretor e produtor Cesar Augusto. A direção de produção está a cargo de Fernando Libonati, diretor do Galpão Gamboa e sócio da produtora Pequena Central, ao lado do ator Marco Nanini.

My Pogo

Um núcleo composto de vários elementos. Uma entidade que se desloca no espaço através de choques. Um bloco de heterogeneidade. Um grupo de indivíduos que se encontra confinado como se estivesse dentro de um ovo, onde cada um busca o seu lugar.

O ponto de partida de "My Pogo" é a transposição de uma condição urbana que o mundo ocidental nos impõe - um estar juntos que é forçado, regrado, regulado - a uma estrutura coreográfica que gira em torno de um grupo compacto. Em face dessa violência dissimulada do cotidiano da maior parte das grandes cidades, o homem cria estratégias, artimanhas e ajustes para escapar e continuar a viver.

"My Pogo" extrai desses comportamentos, que são signos de inventividade, de escape e de afastamento contra a ordem estabelecida, uma resistência e por consequência uma liberdade subterrânea que é próxima da selvageria do Pogo.

Fabrice Ramalingom

Fabrice Ramalingom se formou no Centre National de Danse Contemporaine, em Angers, em 1988. Em seguida deu inicio à sua carreira de bailarino-interprete no Centre Chorégraphique National de Montpellier.

Começou trabalhando com Dominique Bagouet, o emblemático coreógrafo francês, conhecido pela inteligência da sua escrita coreográfica e a importância da sua obra na paisagem coreográfica francesa.

Dançou também na peça "One Story as in Falling" (1992). criada por outra figura emblemática da dança pós-moderna americana, Trisha Brown. Em 1993, fundou com Helene Cathala a Cia La Camionetta. Eles coreografam juntos 11 peças. Em 2000 e 2001 ele foi conselheiro na programação do festival Jours de Danse em Nîmes.

Ficha técnica
Concepção e coreografia: Fabrice Ramalingom
Interpretação: Clement Garcia, Lise Vermot, Chiharu Mamiya, Yuta Ishikawa, Fabrice Ramalingom, Emilio Urbina
Musica: Pierre-Yves Macé
Luz: Maryse Gautier
Diretor técnico: Romain de Lagarde
Coprodução: Festival Montpellier Danse 2012, Festival Uzés Danse 2012, Centre Chorégraphique National de Franche Comte à Belford, Centre Chorégraphique National de Caen/Basse Normandie

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

Serviço

Data: 08 e 09/11 (sábado e domingo)
Horário: sábado, às 21h; domingo, às 20h
Local: Galpão Gamboa - Teatro
Capacidade: 80 lugares
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Telefone: (21) 2516-5929
Ingressos: R$ 20 (inteira)/R$ 10 (meia)/R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)
Vendas de ingressos:
- No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)

Assessoria de imprensa:
RPM Comunicação
Érica Avelar - erica@rpmcom.com.br - (21) 3478-7437 / 98272-2337
Marina Avellar - marina@rpmcom.com.br - (21) 3478-7414/ 98272-2335
Igor Miranda - igor@rpmcom.com.br - (21) 3478-7420 / 98127-6356




Combone, artista que se apresentou no Arte Core ganha exposição individual na Galeria Homegrown

Quem esteve no Arte Core, festival de arte urbana que aconteceu no MAM-RJ, teve o privilégio de ver uma dos painéis pintados por Combone em grande escala. Seus traços finos e delicados, que geralmente compõem silhuetas femininas e têm referências da Art Nouveau, vão estar exposto nas paredes da Galeria Homegrown a partir de quinta (06/11) para apreciação do público amante da arte. A exposição tem como conceito a evolução do indivíduo. Pode-se afirmar que trata-se do caminho pessoal que cada um de nós deve traçar.

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Do momento de dúvida até a certeza de uma decisão equilibrada, são tantas variáveis que para um artista que sabe aproveitar, transforma a estrada em inspiração. "Tudo que produzo é uma expressão de coisas que vivenciei, situações em que, errando ou acertando, acabei aprendendo", afirma o mineiro Wesley de Oliveira, seu nome de batismo. A poesia se reflete em suas personagens femininas, de ar reflexivo e sereno.
A exposição contará com dez obras, feitas com diferentes matérias, sendo os mais presentes a aquarela e o lápis de cor, em tamanhos que variam entre 56cm x 76cm, e mínimo 42cm x 29cm.
" Nossas decisões são influenciadas pelo que queremos ouvir. Não gosto de dizer como o público deve olhar para aminha arte. A obra se completa na interpretação pessoal de cada observador" finaliza Combone.


Sobre Combone:

Wesley de Oliveira - Combone - é nascido na Serra dos Aimorés em Minas Gerais e atualmente reside no em Duque de Caxias, Rio de janeiro. Iniciou seu caminho no graffiti art em 2005, aperfeiçoando um estilo que mistural figuras femininas de traço oriental com elementos folclóricos brasileiros. É grafiteiro, artista plástico, compositor digital e designer.

Serviço:

O Enredo das Flores Imortais
Data abertura: 6 de novembro (quinta), das 18h às 22h
Período de exposição: 06/11 a 28/11
Horário de visitação: segunda a sexta das 10h às 20h, sábado das 12h às 18h
Endereço: Rua Maria Quitéria, 68 - Ipanema - RJ
Telefone: (21) 2513 2160
Entrada Gratuita/ Classificação livre
Assessoria de imprensa: Julia Ryff - juliaryff@gmail.com




Alex Kellner lança o Ep ‘GREY’, uma fusão de música eletrônica com rock, pop e indie

O show acontece no reduto underground Audio Rebel

Uma combinação de guitarra e um controlador Midi, que resulta em uma fusão de sons de pedais analógicos de guitarra, aos efeitos digitais de um controlador. E tudo isso temperado por uma voz, que por vezes também utiliza efeitos digitais. Este é o projeto iniciado por Alex Kellner, um DJ e produtor que toca guitarra, tem muitas idéias e se apresenta sozinho, sem banda. Esse fato, porém, não deixa seu som ‘vazio’, pelo contrário, enche o ambiente com uma música melódica e dançante, cheia de grooves e batidas fortes.

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Advogado e estudante da elitizada escola Corcovado, Alex gosta mesmo é da noite. Depois de várias bandas, surgiu no início de 2014 o projeto ‘Alex Kellner’. A ideia é compartilhar letras e músicas próprias com o invólucro das batidas progressivas e sintetizadores populares nos dias atuais. E se apropriar de espaços típicos de música eletrônica, difundindo solos e riffs de guitarra acompanhados ao vivo pela própria voz do DJ/PRODUTOR. O resultado é sintético e humano ao mesmo tempo. Progressivo e imperfeito. "Eu definiria meu som como um irmão confuso do House, que tomou um porre e resolveu comprar uma guitarra. É sem dúvida uma mistura que não tem muito compromisso com nada" diz.

A opção pela língua inglesa em algumas composições é uma tentativa de aumentar o leque de transmissão de mensagem. Alex Kellner acredita na força da palavra e das melodias. "As minhas letras falam sobre esse emaranhado de sentimentos que dirigem a vida de cada um. E quando falo nas turbulências desse percurso, não esqueço da fase estática e incolor que muitos vivem, dessa verdadeira prisão sem grades que para alguns gera ansiedade, para outros expectativas e para os mais interessantes apenas novas possibilidades de comunicação. Alguns elementos podem soar autobiográfico mas na verdade as letras são um simples resultado de observação e síntese. Agora como toda interpretação é personalizada e muitas vezes projetada, poderíamos sim considerar que existem momentos autobiográficos. Contraditório seria a definição correta" define.

Com um set de aproximadamente uma hora e influências como Franz Ferdinand, Foo Fighters, John Mayer e RadioHead, é uma ótima maneira de terminar seu final de semana. EP está sendo mixado e masterizado pelo produtor Raphael Dieguez

Para conhecer o trabalho de Alex Kellner:
https://soundcloud.com/kellner-music/aranha
https://soundcloud.com/kellner-music/pianoo

Serviço:
Alex Kellner lança o ep Grey
Data: 09 de novembro, domingo
Horário: 18h
Local: Audio Rebel - Visconde Silva, 55- Botafogo
Informações para a imprensa: Julia Ryff - julia.ryff.com@gmail.com



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